Orgue Electronique live brilha no evento de aniversário do Manga Rosa no Autódromo de Interlagos

Posted in Uncategorized on May 13, 2008 by electronicstandards


Orgue Electronique live (Bunker / Crème Organisation, Holanda) no evento de aniversário do Manga Rosa no Autódromo de Interlagos, 10.05.2008: uma das experiências mais emocionantes que vivi como profissional.

Em uma cena amplamente dominada por desgastes de fórmulas musicais, o termo inovação parece, pelo menos em termos de dance music, irremediavelmente distante da nossa realidade. Contudo, alguns combos interessantes permanecem. Desafiam a lei das ondas de massificação, os blockbusters ou o status quo dos ‘mais votados do ano’. Não prestam contas, pelo contrário, buscam caminho próprio.
Muitas vezes, esse caminho é feito de elementos reconhecíveis para quem tem amplo conhecimento do passado, mas a combinação faz a diferença, já que através dela, vem a identidade.

Na última década, a cena underground da Holanda trouxe uma interessante safra de talentos, baseada em referências que vão da House feita pelos pioneiros de Chicago à Disco cósmica dos Italianos na década de neon, o Electro, o Industrial e o Techno de Detroit.
Foi neste cenário que despontaram selos como Clone, Bunker e Crème Organisation, cujos artistas se tornaram referências em termos de música dançante de qualidade.

Com o intuito de mostrar qualidade e programação musical diferenciada, FMAM Crescendo e o clube Manga Rosa trouxeram ao Brasil Brian Chinetti A.K.A. Orgue Electronique, um dos mais importantes nomes da cena eletrônica holandesa de dez anos pra cá. Parceiríssimo de Legowelt, Brian Chinetti, embora conhecido na Europa, nunca tinha se apresentado por aqui. O alto nível de expectativa era portanto, natural.

Quando percebemos que o público não arredaria o pé do seu live no Autódromo de Interlagos antes das oito da manhã (ele entrou seis e meia), um sorriso de extrema satisfação nos veio ao rosto, afinal, a nossa maior missão de procurar proporcionar música de qualidade ao público independente do seu grau de familiaridade com o artista em questão estava cumprida. Investir em artistas de alma, cuja essência é antes de tudo música (e não dinheiro) nunca foi tarefa fácil. Se o artista não caiu nas graças da deslumbrada mídia brasileira, a tarefa torna-se ainda mais árdua.

Nós da FMAM Crescendo tomamos a decisão de investir e apostar nestes talentos baseados no repertório musical diferenciado, independente da imagem que cada um deles tivesse no Brasil. Muitas vezes, tinham pouca ou nenhuma. É como o prazer de descobrir um tesouro escondido e revelá-lo aos ouvidos ávidos por fugir do império dos clichês e das obviedades sonoras. Ficam os nossos parabéns ao Clube Manga Rosa por apostar no Orgue Electronique conosco.

Videos do Orgue Electronique na festa do Manga Rosa:


Orgue Electronique @ Festa Aniv. 9 Anos do Manga Rosa, Autódromo de Interlagos (Parte I)


Orgue Electronique @ Festa Aniv. 9 Anos do Manga Rosa, Autódromo de Interlagos (Parte II)

Links:

. Orgue Electronique

. FMAM Crescendo

. Clube Manga Rosa

Brian Chinetti A.K.A. Orgue Electronique é atração do evento de aniversário do Manga Rosa no Autódromo de Interlagos hoje

Posted in Music, Uncategorized on May 10, 2008 by electronicstandards


Brian Chinetti A.K.A. Orgue Electronique (Holanda)

Se você ainda não teve a oportunidade de conhecer o incrível trabalho do holandês Brian Chinetti A.K.A. Orgue Electronique, siga o passo a passo abaixo e entenda o motivo de você não poder perdê-lo no evento de hoje. Ele é atração da festa de aniversário do clube paulistano Manga Rosa no Autódromo de Interlagos.

Nome: Brian Chinetti, also known as Orgue Electronique

Estilo Musical: Mélange que vai de elementos de Acid House, Electronic Disco / Italo Disco e o Techno de Detroit.

Primeiro hit: “The Eye That Never Sleeps” pela Bunker, que lhe rendeu reconhecimento e respeito da cena underground internacional.

Selos pelos quais já lançou suas (incríveis) produções: Crème Organisation, Bunker, Dance Maison

Parceiro de estúdio incondicional: Danny Wolfers A.K.A. Legowelt em projetos como The Chicago Shags, Legowelt vs. Orgue Electronique e Macho Cat Garage.

Por que você nao deve perdê-lo: porque sobram requisitos tão indispensáveis (e tão em falta) nos dias de hoje - identidade e qualidade musical.

Onde: no aniversário do Manga Rosa no Autódromo de Interlagos, sábado agora 10.05.2008. Orgue Electronique live fecha o evento.

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ENGLISH

SSystem
Inside Brian Chinetti A.K.A. Orgue Electronique’s studio

If you didn’t have the oportunity to hear the amazing music from the Dutch artist Brian Chinetti A.K.A. Orgue Electronique, you should follow the step by step info below and discover how special will be the party tonight. Orgue Electronique is on Manga Rosa’s birthday party line up at Interlagos Race Track, Sao Paulo, Brazil.

Name: Brian Chinetti, also known as Orgue Electronique

Music: Mélange ensemble from early Chicago underground to Acid House, Electronic Disco / Italo Disco and Detroit Techno influences.

First hit: “The Eye That Never Sleeps” on Bunker which granted him recognition and respect on the international underground electronic scene.

Labels: Crème Organisation, Bunker, Dance Maison

Unconditional studio partner: Danny Wolfers A.K.A. Legowelt on projects such as The Chicago Shags, Legowelt vs. Orgue Electronique & Macho Cat Garage.

Why you cannot miss him tonight: Because after all, he has always had the so-called essential principles of ‘Identity’ and ‘Quality Music’.

Where: On Manga Rosa’s birthday at Interlagos Race Track, this saturday 10.05.2008. Orgue Electronique will perform at the closing of the event.

Video:

Links:

. http://www.bunker-records.com/orgue-electronique

. http://www.orgue-electronique.nl

.http://www.sternstudio.com

. http://www.myspace.com/orgueelectronique

Ghetto Luxo traz como convidado DJ Robson

Posted in Electronic, Music, Underground Music on April 30, 2008 by electronicstandards

Graças à coragem e à iniciativa de personagens chave, a cena Underground resiste

Por mais pessimista que seja a opinião de alguns, a cena Underground permanece de cabeça erguida. Prova disso é a próxima edição do belíssimo Ghetto Luxo, evento organizado pelos cabeças Fly, fundador e residente do Cassimira, e Felicio Marmitex, DJ e jornalista. Merecidos parabéns são devidos a eles e ao clube que tem demonstrado força e ousadia em eventos alternativos diferenciados, o Audio Delicatessen (que também tem entre suas noites fixas a Ziriguidrum, grande destaque da cena de Drum n’ Bass atual).

DJ Robson (FMAM Crescendo): Aesthetic Music, Electronic-Soul

Entre os convidados, um DJ que dedicou a sua vida à perspectiva musical ’sem fronteiras’ com raízes fincadas no Jazz, Soul, Funk e na música eletrônica underground: DJ Robson. Membro do coletivo Aesthetic, residente da noite itinerante Detroit Flavors e do projeto Dançando Na Rua, o DJ da FMAM Crescendo não hesita em transitar pelo Cool Jazz de Miles Davis, as improvisações do sax tenor de John Coltrane, o fusion de Alphonse Mouzon, o Soul de James Brown, o Hip Hop de Kurtis Blow, e ao mesmo tempo o futurismo sofisticado de Derrick May, Larry Heard e os lados mais dark e experimental da música eletrônica alternativa.

Duas figuras conhecidíssimas da cena de House e Techouse Paulistana completam o line up de convidados especiais: o duo 2PasTime dos DJs Mr. Gil e Mimi, que serão responsáveis por um set de clássicos e contemporâneos da House Music em suas principais variações, tendo como influência principal a cena de Chicago. Não perca a próxima edição do Ghetto Luxo, que merece de antemão o carimbo de ‘Qualidade Total’.

Flyer do Ghetto Luxo: DJ Robson como convidado especial

Confira o vídeo do DJ Robson no Cassimira

Links:

. MySpace DJ Robson (FMAM Crescendo)

. Agência FMAM Crescendo

. DJ Fly (Cassimira)

. Fotos dos eventos no Cassimira

. Audio Delicatessen

Acid House: Significado Profundo

Posted in Uncategorized on April 26, 2008 by electronicstandards

Vinte anos após o Summer Of Love (1988), a mídia relembra o período da Acid House Music

Duas décadas após o ‘Verão do Amor’ europeu, as pessoas relembram a história da Acid House que transformou a cena eletrônica internacional no fim dos anos oitenta. Em homenagem a isso, redigi um pequeno ensaio a respeito de como foi o meu ingresso neste tão admirado período……………

Sonho de consumo: 12″ picture de ‘Ecstasy Club - Jesus Loves The Acid’ (1988 )

1989.

O ano que mudou a minha vida. Sempre tive emaranhado nas entranhas do extenso e infindável universo musical, mas foi ali que comecei a entender melhor alguns gêneros da música eletrônica e me apaixonar por eles. Apesar de ter acesso apenas um ano após o ápice desta cena na Inglaterra, me sinto um pouco inglês, porque a Acid House (assim como a cena de Street Jam no início dos oitenta) mudou a minha vida.

Acid House

No Music Box, em 1985. Nos lançamentos pela Trax, só a partir do ano seguinte. Consolidação na cena Européia e Mundial, em 1988, por sinal, considerado o melhor ano do gênero. No Brasil, duvido que alguém tivesse verdadeiramente familiaridade com o lado underground antes de 1989. Exceto, é claro, os redutos. Malícia de quarta, com MS e Mau Mau.

Até a mim, chegou, assim como o Techno de Detroit e a House Music, em 1989; todavia, não pela vias normais: quando descobri que um amigo francês tinha amizade com um Belga fã de New Beat e Acid House, perguntei se ele nao poderia pedir encarecidamente para que o amigo gravasse dois tapes do que havia de melhor na época. Entreguei os tapes, ele gravou, sem saber que era para mim, e não para o amigo, e quando soube, ficou furioso. É como se tivesse adentrado os portões do desconhecido sem pedir permissão.

O início de tudo: ‘Acid Trax’ do Phuture, feita em 1985, lançada 2 anos após

Duplinha K7

Tratava-se de DJ set anônimo. No lado A, ‘Ecstasy Club - Jesus Loves The Acid’ emendado na seqüência de ‘Bassline Boys - Warbeat’ (New Beat de perfil politicamente duvidoso que trazia samples de Churchill e Hitler), trazia uma atmosfera penetrante, ácida e hipnótica que não me lembrava de ter ouvido antes. O hit do Ecstasy Club foi devastador em toda a Inglaterra, assim como França, Bélgica, entre outros países da Europa na época. Em sua abertura, o discurso do falecido Papa João Paulo II em Killineer por conta dos conflitos religiosos na Irlanda dia 29 de outubro de 1979. Minutos após, ainda no primeiro lado, ‘M-D-Emm - Get Acidic’, outra apoteose acido-hipnótica lançada pela Transmat em 1989.

As mixagens eram constantes, curtas e precárias. Dali em diante, só canudo: ‘Mr. Lee - Pump Up Chicago’, Tyree nos seus brilhantes lançamentos ‘Video Crash (Instrumental)’, que ele próprio fez em protesto ao fato do Lil’ Louis ter lançado com o seu nome o ‘Original Video Clash’ do Marshall Jefferson (também presente na fita), ‘Acid Over’ (cuja melhor versão disparada é a do piano), a sua versão para ‘Cool House - Rock This Party Right’ e seu remix para ‘Victor Romeo - Acid Rain’

O sombrio ‘Where Is Your Child?’ do Bam Bam , do alto do seu drop pesadíssimo, assim como ácido futurista-espacial de ‘Phuture - We Are Phuture’ (projeto do DJ Pierre com Earl Spanky e Herbert J. e vocais do Darrel Lewis) foram choques imediatos. Quer mais? ‘Hot Hands Hula-Hot Hands’ com co-produção de Lydell Townsell e Maurice Joshua (o mesmo de ‘I Gotta Big Dick’); os 303 acid squealches em crescendo de ‘Machines’ do Laurent X, ‘Shout - Cool & Dry’ do Jack Frost & The Circle Jerks, projeto do Adonis, a loucura de ‘Sleezy D. - I’ve Lost Control’ , grande inspiração do Green Velvet; ‘151′ do Armando e as super parcerias de Lidell Townsell e Kool Rock Steady em ‘I’ll Make You Dance’, o mesmo Kool Rock com Maurice Joshua em Feel The Mood’ (também autor de ‘This Is Acid’, cuja versão tocada aqui foi a do Les Adams), e de novo Maurice com ‘I Gotta Big Dick’ foram outros destaques, e mais uma lista que parecia infindável.

Foi com este TB-303 da Roland que Adonis fez as linhas de baixo ácidas de “I’ve Lost Control” (1986)

Sem saber, abriram-se para mim as portas da cena 303 de Chicago. Alguns Britânicos que despontaram no período também estavam presentes nas fitas: Brian Dougans do The Future Sound Of London, então com o seu projeto solo Humanoid, com ‘Stakker Humanoid’ e ‘Cry Baby’, o pioneiro Eddie Richards com ‘Jolly Roger - Acid Man’, (título que valeu o apelído homônimo a um grande amigo meu, Sylvain Justum, expert em Acid House), entre outros. Enfim, era só cacetada. Demais para a época.

As fitas, ouvidas durante anos à exaustão, também incluíam o Detroit Techno de Inner City com ‘Big Fun’, muito New Beat, Electronic Body Music e Industrial em seu repertório. Foi por essas e outras que eu cheguei à conclusão de que em 1989 eu era um jovem em idade impressionável. As vezes ainda me sinto ‘Stuck in 1989′.

‘Stakker Humanoid’, do Brian Dougans, era a prova de que no outro lado do Atlântico (leia-se Inglaterra) tinha gente talentosa na cena de Acid House

Links:

. DJ Pierre (Phuture): http://www.myspace.com/djpierresafroacidproject

. Adonis: http://www.myspace.com/adonis303

. Tyree: http://www.myspace.com/tyreecooper02

. Lydell Townsell: http://www.myspace.com/lidellt

. Maurice Joshua: http://www.myspace.com/mauricejoshua

. Brian Dougans: http://www.myspace.com/stakkerhumanoid

Videos:

Phuture - We Are Phuture (1988 )

Humanoid - Cry Baby (1989)

Laurent X - Machines (1988 )

Tyree - Video Crash (Instrumental) (1988 )

Ecstasy Club - Jesus Loves The Acid (1988 )

Lydell Townsell & Kool Rock Steady - I’ll Make You Dance (1988 )

Sleezy D. - I’ve Lost Control (1986)

Hot Hands Hula ft. Maurice Joshua & Lydell Townsell - Hot Hands (1988 )

Maurice - This Is Acid (S&T Mix) (1988 )

Liaisons Dangereuses produziu segundo álbum jamais lançado, diz Beate Bartel

Posted in Uncategorized on April 24, 2008 by electronicstandards

Lenda da música eletrônica Liaisons Dangereuses decidiu não lançar o que seria seu segundo álbum por pura aversão ao hype da indústria fonográfica

É difícil de acreditar, eu sei. A genial formação que revolucionou a música eletrônica em 1981 com o álbum homônimo Liaisons Dangereuses e o hit Los Niños Del Parque se recusou a lançar o seu segundo título por repulsa a qualquer tipo de ascensão profissional ou social.

Recentemente, entrevistamos a membra do trio Liaisons Dangereuses Beate Bartel para o livro ‘Electronic Music & Breakbeats Standards’, que nos revelou histórias impressionantes. Beate era produtora e vocalista do trio ao lado de Chrislo Haas, produtor, e Krishna Goineau, compositor e cantor. Antes de integrar o L.D., formou a banda super experimental de Rock Mania D, e quase que no mesmo período, a banda de Industrial Einstürzende Neubauten.


Revolucionário: Liaisons Dangereuses - Liaisons Dangereuses (1981)

A senhora Bartel, que no vídeo do live abaixo fez os backing vocals em “Los Niños Del Parque”, sempre se interessou por sons. Durante sua juventude, não gostava de quase nada que ouvia. Foi quando decidiu se tornar engenheira de som, em 1975. “A música continuava não sendo o meu interesse principal, mas sim os sons”.

Algumas exceções, como Throbbing Gristle, considerado pai do Industrial, e D.A.F. (Deutsch Amerikanische Freundschaft), banda que apoiou e cujos membros diviu o próprio flat, lhe faziam a cabeça. Em abril de 1980, conheceu Chrislo Haas e se mudou com ele do lado ocidental de Berlim para a Republica Federal da Alemanha (a então Alemanha Ocidental). Formaram uma dupla e fundaram o Liaisons Dangereuses e pouco tempo após o vocalista e letrista poliglota Krishna Goineau integrou o projeto.

Em 1981, gravaram o primeiro álbum de título homônimo que revolucionou os parâmetros da dance music e cujo impacto se sente até os dias atuais. Sua perspectiva era única, extremamente original, baseada em novos timbres, combinaçao inusitada entre temas, interpretações de vocais, ritmos e sonoridades sintéticos. O resultado não foi menos do que um lugar permanente na história da música eletrônica: o super hit “Los Niños Del Parque” foi relançado nove anos após seu lançamento em novas versoes pela Mute e persiste nas pista de dança até hoje; “Peut Être… Pas” foi sampleado pelo herói do Techno Carl Craig em ‘B.F.C. - Galaxy’ (1990); ‘Avant Après Mars’ reproduz as profecias de Nostradamus, enquanto ‘Kess Kill Fê Show’, jogo de palavras para Qu’est-ce qu’il fait chaud (expressão francesa cuja tradução é ‘como está calor!’ é uma sátira sobre o dia a dia dos legionários da Legião Estrangeira no deserto. ‘Être Assis Ou Danser’, que também faz parte do EP, conta de forma hilária a história de um menino que não ‘conseguia parar de dançar’ (”C’est l’histoire d’un garçon, qui ne pouvait pas arreter de danser, oh-oh-oh”), e a sua abordagem é tão original quanto toda e qualquer outra faixa do álbum, inclusive a engraçadíssima ‘El Macho Y La Nena’ e a experimentalíssima ‘Dupont’. Absolutamente todas as faixas do referido álbum são quebra-parâmetros.

Lamentável, o falecimento de Chrislo Haas em 2004 em decorrência de uso acentuado de bebidas alcoolicas impossibilitou quaisquer possibilidades de se ver um live do Liaisons Dangereuses, ou de terem enquanto artistas o justo reconhecimento por tudo o que fizeram (o álbum homônimo é um dos mais influentes e mais sampleados da história).

Beate Bartel é o tipo de mulher que fez a diferença. Assim como seus companheiros de Liaisons Dangereuses (Chrislo Haas e Krishna Goineau), cravou o seu lugar no panteão da música eletrônica. Jamais pegou carona em hype ou se esforçou para fazer parte de um. Não quis ver as suas fotos estampadas em revistas ou jornais, e nunca foi chegada a entrevistas. Através da sua obra musical e de de seus projetos, será sempre lembrada, assim como seus dois amigos.

Agradecemos do fundo do coração a gentileza de nos ter concedido de forma excepcional uma entrevista para o ‘Electronic Music & Breakbeats Standards’ (a versão completa estará no livro).

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ENGLISH

Legendary Electronic Music band Liaisons Dangereuses did not release a 2nd album to keep their essence underground

It’s really hard to belive. The genious project responsible for a revolution on the world of electronic music with the 1981 homonym album Liaisons Dangereuses and the hit Los Niños Del Parque amazingly refused to release the next long play.

We recently interviewed Liaisons Dangereuses‘ member Beate Bartel for the book ‘Electronic Music & Breakbeats Standards’, and she revealed a very impressive amount of information. Beate was a producer, sound enginer and vocalist on the legendary trio with Chrislo Haas (producer) and Krishna Goineau (vocalist and lyrics composer). Before being part of Liaisons, Beate was part of the experimental Rock band Mania D, and on the same period (around 1980), she engaged on the Industrial band Einstürzende Neubauten.


Essential woman on electronic music history: Beate Bartel (Liaisons Dangereuses)

Madame Bartel, who did the backing vocals on “Los Niños Del Parque” on the video below, was always interested in sounds. During her youth, she did not like almost everthing she used to hear, which is most certainly behind her decision to become a sound engineer, in 1975. “So Music still not interested me, but the sound that came out of it”, she confessed.

Of course there were some exceptions to that rule, such as Industrial pioneer band Throbbing Gristle and D.A.F. (Deutsch Amerikanische Freundschaft) which was made of friends of her. In april 1980, she met Chrislo Haas and they left West Berlin to the West Germany city of Düsseldorf. Together they created Liaisons Dangereuses which was also joined by the polyglote, singer and lyrics composer Krishna Goineau.

In 1981 came out their first album with homonym title that would settle a revolution on the dance music world forever; its impact is still felt today. There was no pre-conceived concept or planning, though their music was unique, extremely original and based on ground breaking music ensemble - from timbres, to themes, vocais interpretations, rhythms and sounds, of course.

The result was no less than a permanent place on electronic music’s history. “Los Niños Del Parque” became an instant hit and influenced countless music heads since then. As a natural result, it was released more than once after that, including the Mute pressing nine years after it was created (1990). “Peut Être… Pas“, later sampled by Detroit Techno producer Carl Craig on ‘B.F.C. - Galaxy’ (1990) had a fantastic combination of futuristic & synthetic grooves; ‘Avant Après Mars’ brought on a very original environment a theme about Nostradamus’ prophecies, while the trick words title ‘Kess Kill Fê Show’ (which means the French expression ‘Qu’est-ce qu’il fait chaud’ (for ‘How hot it is!’) is a satyre about the Foreign Legionnaries’ life on the desert. Also included on their EP, ‘Être Assis Ou Danser’ tells a hilarious story about ‘a boy that just couldn’t stop dancing’ (as you can notice on the lyrics “C’est l’histoire d’un garçon, qui ne pouvait pas arreter de danser, oh-oh-oh”) under a perspective as ground breaking as any other masterpiece of the album - the non less humurous ‘El Macho Y La Nena’ (The Male And The Chick) and the deeply experimental ‘Dupont’ included. The ensemble made as a result an unparalleled album, among the most influent and sampled all time.

The unfortunate death of Chrislo Haas in 2004 as a result of alcohol ended with any possibility of a Liaisons Dangereuses live after it, as well as them as a whole having the recognition for the ensemble of their music they deserve today.

Beate Bartel is the kind of woman that stood the test of time, though. Just like her Liaisons Dangereuses (Chrislo Haas e Krishna Goineau), Mania D or Einstuerzende Neubauten partners, she found her place on the great electronic music pantheon. At the same time, she always kept herself away from the hype, and always dislike the idea of seeing pictures or interviews about them all around. Through her extraordinary music and partnerships, she will always be remembered, as well as her friends. We thank her deeply for the kindness of granting us an interview for ‘Electronic Music & Breakbeats Standards’.

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Beate Bartel’s first band Mania D: experimental Rock

“Los Ninos Del Parque”, timeless underground dance hit from Liaisons Dangereuses (1981)

Liaisons Dangereuses’”Avant Après Mars” brings on Nostradamus’ prophecies (1981)

“Mystère Dans Le Brouillard” explores stranges atmospheres under the theme ‘Mystery On The Fog” (1981)

Links:

. MySpace Liaisons Dangereuses: http://www.liaisonsdangereuses.de

. Website Liaisons Dangereuses: http://www.myspace.com/liaisonsdangereuses

. MySpace Beate Bartel: http://www.myspace.com/bartelbeate

. MySpace Einstuerzende Neubauten: http://www.myspace.com/neubauten

. Website Einstuerzende Neubauten: http://www.neubauten.org/

Colin Dale & Kiss FM: ‘It’s All About The Radio’

Posted in Uncategorized on April 17, 2008 by electronicstandards

Colin Dale: UK Hero

A história da relação entre artistas, rádios e o público já proporcionou capítulos emocionantes até para os inverterados apreciadores de música de qualidade, independente de gênero. A entrevista da lenda Colin Dale no vídeo abaixo é um exemplo brilhante disso: à frente da Kiss FM desde 1983, nos deixou um legado de cerca de duas décadas de excelência sonora. Foi um dos principais entusiastas e articuladores da cena eletrônica de seu país, e o seu programa periódico na Kiss um dos mais influentes. Entre outros méritos, trouxe incontáveis artistas aos ouvidos de públicos crescentes…

“Nós não tocávamos os que as pessoas esperavam ouvir, não tínhamos seleções pré-definidas, e essa atitude foi muito importante. Dávamos toda a liberdade de escolha aos convidados que se apresentavam no nosso programa.” (Colin Dale)

(Confira o vídeo abaixo)

ENGLISH

Abstract Dance ministry: Colin Dale

The history of the relationship between the artists, the radios and the audiences had already granted some memorable episodes, regardless the musical genre we’re talking about. Colin Dale ’s interview on the video below is a brilliant example. Defending Kiss FM since 1983, he left us a legacy of more than two decades of sonic excellence. During the period, he has always been one of the greater enthusiasts of the underground electronic scene of his Country (U.K.) and has brought countless artists to the ears of large growing audiences…

“We didn’t play exactly what people were expecting to hear, we did not have any playlist, that was quite important. We left the freedom of choice to the DJs that played there.” (Colin Dale)

Video:

Links: http://www.myspace.com/abstraktdance

Aesthetic Soul Podcast (Vol. II)

Posted in Uncategorized on April 14, 2008 by electronicstandards

Após um feedback bem interessante do primeiro episódio de ‘Aesthetic Soul‘, entra no ar o segundo volume da série Aesthetic Soul a respeito da história dos originais que serviram de base para samples de beats, arranjos e vocais para todos os gêneros imagináveis, de Hip Hop a House, Techno, Hardcore, Jungle, Drum n’ Bass, entre outros gêneros de Breakbeats.

Aesthetic Soul Podcast Vol. II‘ traz em sua abertura o original de ‘A Tribe Called Quest - Bonita Applebum’ , entre outras preciosidades. O repertório inclui também uma raríssima do Herbie Hancock que, segundo declarou certa vez o multi talentoso artista Kirk Degiorgio, teria sido “a primeira faixa de Techno jamais feita”, gravada no Japão em pleno ano de 1974. A ‘Afrodelia’ Soul de Oneness Of Juju e os vocais eternos de Sinnamon são outras das que compoem a seleção do programa. Boa audição!

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ENGLISH

Aesthetic Soul Podcast Vol. II continues the journey of the history of samples

(featuring a 1974 hard to find from Herbie Hancock)

After a very intresting feedback from Aesthetic Soul’s first episode, we honorably announce the second chapter from Aesthetic Soul series which are mean to bring part of the originals that have been sampled by so many different music genres, from Hip Hop to Drum n Bass, House, Hardcore Techno, Jungle, among others.

Aesthetic Soul Podcast Vol. II‘ featuring on its ouverture the original from A Tribe Called Quest - Bonita Applebum’ , among other amazing treasures. The repertory also includes one legendary from Herbie Hancock that was, according to Kirk Degiorgio’s words, the ‘”First Techno tune ever’”. Oneness Of Juju’s Soul Afrodelic experience and the legendary vocals from Sinnamon are also part of this special tracklist. Enjoy the listening!

Thanks to my love ‘Pam Pam’ & to our partners: FMAM Crescendo (Sao Paulo), FMAM Crescendo (Berlin), Killa Records Brasil, Sabotagem.org, Clash Club, Crescendo Produções, Kraft

Thanks to the friends, allies and honorable artists that supported us and (or) gently conceived us amazing interviews: Mad Mike & Underground Resistance, Submerge Headquarters, Abdul Haqq, Adonis, Boyd Jarvis from Visual, Chris Carter (Throbbing Gristle), Colin Dale, Cosey Fanni Tutti, Dan Physics, Davi Killa, Derrick May, DJ Andre Bacon, DJ Byte, DJ Marky, DJ Pierre (Afro Acid), DJ Robson, Fabrice Lig, Frankie Bones, Graham Massey from 808 State, K-Alexi Shelby, Kenny Larkin, Kirk Degiorgio, Legowelt, Lenny Dee, Luzinha, Man Parrish, Marco Oliveira, Mazinho, Mark Archer, Marshall Jefferson, MindReflex, Cozmo D & Newcleus, Rafael Moraes, Renaat Vandepapeliere (R&S Records), Richard H. Kirk (Cabaret Voltaire), Rodrigo Barney, Steel Life, Sylvain Justum, Taho

Com Harmonic 313, Mark Pritchard e WARP Se Reinventam Eternamente

Posted in Uncategorized on April 11, 2008 by electronicstandards

O gênio por trás de Harmonic 313 e Link: Mark Pritchard

EP 1 De Harmonic 313 Desponta Como Um Dos Melhores De 2008

Quem conheceu a belíssima Amenity de Mark Pritchard como Link, clássico de Techno atmosférico de 1992 amplamente tocado pelo duo do The Future Sound Of London em seus repertórios durante os anos noventa, vai se emocionar ao ouvir o EP 1 do projeto Harmonic 313 que acabou de sair pelo selo inglês WARP Records.

Antes de tudo, porque não só o Pritchard como a WARP demonstrraram uma capacidade incrível de se renovar, de seguir em frente com o passar dos anos. Com Dave Brinkworth, Mark lançou o seu primeiro EP como Harmonic 313 com faixas codificadas através de cores e o ‘decodificador’ localizado em algum local do EP.

Entre as principais referências estão as bases quebradas do Hip Hop, Detroit Techno, Acid House (presente em ‘Flash Back’), vocoders retrô em ‘Solve It’ e ‘World Problems’, influências de Dub em ‘Call To Arms’…………….. hey! Acabei de lembrar que não era para ter falado o nome das faixas!

Então boa sorte: com o seu decodificador em mãos, ouça as faixas e confira um dos EPs mais incríveis da atualidade, e veja como Mark Pritchard e WARP souberam se reinventar eternamente……………….

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ENGLISH

Harmonic 313 ’s First EP Is a 2008 ‘Hot Shot’

Those who had the opportunity to listen to Mark Pritchard’s early nineties classic Amenity will certainly be impressed (again) with the brand new EP from his new project with Dave Brinkworth. Largely influenced by Detroit Techno and the atmospheric (and aesthetic) side of Techno since the early nineties, Mark was acclaimed since 1992 when his early masterpiece Amenity became a regular on The Future Sound Of London’s radio stations repertories.

With Harmonic 313, Mark Pritchard and one of the longest surviving quality dance labels through where his newest EP was released - WARP Records - stood the test of time. Both of them knew the importance of renewing themselves and keep stepping forward with focus on quality music, no matter how hard it is to reach any kind of innovation on electronic music. The EP’s tracklist is encoded on colors with a decoder located on the EP’s spine.

Among its main influences the listener can notice a combination of Hip Hop break beats, Detroit Techno and Acid House elements (more particularly through ‘Acid’ vocals on ‘Flash Back’), eighty-style vocoders on ‘Solve It’ & ‘World Problems’, Dub bass esthetic on ‘Call To Arms’…………….. hey! I just realized I could not reveal the tunes’ names!

So good luck then: as soon as you find the decoder on it, listen to the tunes and enjoy one of the year’s greater EPs and check out how Mark Pritchard and WARP kept things rolling!

Links:

http://www.reloadonline.com

http://www.myspace.com/officiallink

http://www.warprecords.com

http://www.myspace.com/evolutionrecoringsuk

Indigenous Resistance (IR 14): Em Defesa das Reservas Indígenas no Brasil

Posted in Uncategorized on April 4, 2008 by electronicstandards

Indigenous Resistance 14 (Direct Action Dubmissions): Chega de assistir, é hora de agir

Fruto de uma colaboração de engajados artistas Afro-Americanos do Underground Resistance, alguns dos quais de descendencia indígena, participantes das tribos Krikati do Brasil, Dr. Das do Asian Dub Foundation e da tecnologia Jamaicana, foi lançada a edição quatorze do CD ‘Indigenous Resistance - Direct Action Dubmissions. Os mixes das faixas do tracklist foram feitos por Steve Stanley em Kingston, Jamaica, o mesmo engenheiro de ‘Tom Tom Club - Genious Of Love’, Grace Jones, Talking Heads, B52s, entre outros standards.

Por trás das incríveis influências musicais, do Dub Jamaicano aos elementos da música indígena da região Norte do Brasil e do Techno de Detroit, o ‘IR 14 - Direct Action Dubmissions’ assume a postura de alerta em relação aos Direitos de Liberdade e Igualdade das tribos indígenas Brasileiras e em especial da manutenção dos direitos de preservação das suas reservas garantidos pela Constituição Nacional.

From the result of a collaboration between African-Americans from Underground Resistance, some of which of Indigenous origins, members of the Krikati tribe from Brazil, Dr. Das (Asian Dub Foundation) and the Jamaican technology came out the I.R. volume fourteen - ‘Indigenous Resistance - Direct Action Dubmissions’. The mixing part was done by Steve Stanley in Kingston, Jamaica, the same engineer behind ‘Tom Tom Club - Genious Of Love’, Grace Jones, Talking Heads, B52s, among other standards.

Behind the amazing music backgrounds, from Jamaican Dub to the Indigenous Music from north Brazil, Detroit Techno and Asian Dub Foundation, the ‘IR 14 - Direct Action Dubmissions’ has an engaged behavior and claims an alert the Indigneous tribes rights granted by the Brazilian Constitution (1988), and specially most specially the Liberty and perservation of the Indigenous properties.

IR14B

Indigenous Resistance 14 - The Krikati Mixes: Homenagem aos índios brasileiros Krikati

Os Direitos Humanos, considerado o mais importante documento político da história, têm carater Universal e valem para todos. Portanto, se você preza a Liberdade que tem e o fato de estar em uma sociedade de Igualdade de Direitos, não perca de vista que os demais povos e raças também merecem respeito e devem ser protegidos sob a égide dos mesmos Princípios.

Ao lado de parceiros como o DubReality, o projeto IR traz através de sua música um alerta para a condição e a situação das tribos indígenas de regiões do Maranhão, cuja barragem hidroelétrica que está sendo construída na cidade de Estreito (perto de Imperatriz) irá encher de águas terras indígenas. Muitos índios se acamparam no canteiro de obras para impedir os trabalhos, o que causou uma reação por parte do Governo, que pressionou por um acordo. Em Roraima, entre outros Estados do Brasil, as tribos indígenas também têm enfrentado problemas por conta da falta de tolerância e respeito.

The International Human Rights Declaration (France, 1789, USA, 1946), considered the most important political document on the history of mankind has a Universal range, which means it applies to all races and people. If you defend the ideal of Liberdady and the fact that you live in a society based on Equalty of Rights, it’s important to remind that those Principles should be the same to everyone, and that all the races should be respected.

With the partnership of DubReality, the IR project brings through its Music an alert to the condition and situation of the Indigenous tribes in Brazil on the States of Maranhão, where the hidrelectric station construction on Estreito village (near Imperatriz city) may cause the floods of Indigenous lands. Several Brazilian indians grouped themselves on the construction place in order to stop it, a fact which caused an imediate reaction from the part of the Brazilian Government, which pushed for a settlement. In other Brazilian States such as Roraima, the Indigenous tribes have been facing problems due to lack of tolerance and respect.

Content

“As vezes é mais fácil para as pessoas lidar com os problemas através da música”

“Sometimes it’s easier for people to deal with problems through the music”

(The Ghost, Indigenous Resistance)

Confira com exclusividade três das versões dos Krikati Mixes do Indigenous Resistance 14: (3 versions of the IR 14 are available to download. Check out below)!

. Krikati Power (Outrage Mix)

. Krikati Power (Surge Mix)

. Krikati People Power (Direct Action Mix)

Links:

www.undergroundresistance.com

www.submerge.com

www.dubreality.com

www.myspace.com/drdas

FMAM Crescendo e Clash Apresentam: Radical G. live (Bélgica)

Posted in Uncategorized on March 29, 2008 by electronicstandards

Radical G.

Radical G (Bélgica) apresenta seu live hoje no clube Clash (SP)

Sem sombra de dúvidas, Glenn Keteleer (mais conhecido como Radical G) é uma das sensações da nova geração de lives de música eletrônica. As suas faixas são alvos de reviews e charts de grande parte dos DJs de seu país. Iniciou a sua carreira aos dezesseis em um clube chamado Bacardi, e dali em diante, foram mais de quinze anos de carreira que incluiu importantes clubes do continente Europeu. A sua perspectiva musical é aberta e eclética, o que significa que Radical G transita por diversos estilos de forma singular, da fusão entre o Electro, EBM, Techno e os gêneros mais contemporâneos, como o Minimal.

Radical G - Paradox: um de seus hits

Os lives de Radical G fazem uso de tecnologia de ponta (do Ableton Live à sua combinação com os sintetizadores análogos Nordlead e Virus) e são totalmente direcionados para música de pista. O seu mais recente projeto Dirty Jackers com Frank Struyf foi um grande sucesso no verão de 2006 e incluiu participação de músicos e projeções de vídeo. Entre as suas músicas mais tocadas, estão “Chateau”, “Supersonik” e “Darkstepper”, que fazem parte de repertórios dos mais diversos DJs, a exemplo de Laurent Garnier e Dave Clarke. Glenn foi responsável por lançar em diversos selos conhecidos de música eletrônica, a exemplo de Future Frontier, Subsounds, Karrak, In-Cycle, Genetic, Traction, Enterprise, Magura, Croma, entre outros que estão por vir. Através do seu projeto solo, Radical G tem como missão trazer lives diferenciados que fogem dos tradicionais parâmetros focados em loopings e produções em série e trazer uma performance única apimentada por eletrizantes vocais retrô, frutos de sua influência por gêneros dos anos oitenta, como Industrial, Synth Pop e EBM.

Seu live aconteceu no clube Clash em São Paulo, hoje a noite. Não percam, ontem no Rio de Janeiro foi muito ovacionado.

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ENGLISH

Radical G II

FMAM Crescendo & Clash Club Presents: Radical G live (Belgium)

Slowly but surely the new electronic live talent Radical G (Belgium) is going to the top. Producer, live performer, A&R manager of his brand new in-cycle label, Glenn Keteleer gave the Belgian electronic scene an extra impulse. This saturday March 29th, he will perform at Clash club in Sao Paulo, just one day after his acclaimed live at Fosfobox in Rio de Janeiro. You can expect a hot blend of EBM, Industrial, Electro, Synth Pop and the contemporary genres of electronica.

Radical G - Higher State’: blend of EBM, Synth Pop & Electro

His released tracks such as ‘Paradox’, ‘Higher State’, ‘Mander’, ‘Flarash’ & ‘Cheesylickers’, & ‘Darkstepper were charted by national and international artists like Tomazz, Jack de Marseille, among others. ‘Darkstepper’, his release on the French underground label Karrak was charted on Laurent Garnier’s top 10.

Dirty Jackers Promo Video Featuring Radical G. (Belgium)

 

Links:

. www.clashclub.com.br

. www.fmam.net

. Radical G’s MySpace